
O continente já reclamava este direito à algum tempo e a África do Sul venceu a batalha dos votos do Comitê Executivo da FIFA contra Marrocos, 14 contra 10 foi o resultado final.
Normalmente, os países que organizam a Copa escolhem 12 cidades-sede para realizar as partidas. Em virtude da economia sul-africana a FIFA possibilitou a escolha de apenas nove cidades, sendo que Johanesburgo albergou a construção dois estádios.
As outras oito cidades são: Cidade do Cabo, Durban, Nelspruit, Polokwane, Rustemburgo, Pretória, Bloemfontein e Port Elizabeth.
A grande vencedora da copa foi a Espanha que juntou assim o título mundial aos eurpeus ganhos, antes e depois da copa do mundo, acentuando assim um domínio notório no futebol de hoje.
O goleador da copa foi escolhido pelos minutos jogados, já que havia um empate a 5 gols entre 4 jogadores: Thomas Muller da Alemanha; David Villa da Espanha; Wesley Sneijder da Holanda e Diego Forlan do Uruguai.
Com o critério de desempate o alemão Thomas Muller sagrou-se o artilheiro da copa, vencendo o Premio FIFA Cheteira de Ouro.
O melhor jogador da prova foi o uruguaio Diego Forlan vencendo o Premio FIFA Bola de Ouro.
O Premio FIFA Luva de Ouro foi para o espanhol Iker Casillas, o melhor goleiro da prova.
O Premio FIFA Melhor Jogador Jovem foi ganho pelo artilheiro Thomas Muller.
O Premio FIFA Fair Play foi vencido pelos campeões, a Espanha.
Bola: Projetada com 11 cores diferentes que representam os dialetos e etnias da África do Sul, recebeu o nome de Jabulani, cujo significa do é "Trazendo alegria para todos".
Na fase a eliminar a Espanha levou a melhor sobre a concorrência eliminando Portugal, Paraguai e Alemanha antes de vencer a final frente ao time holandês. A Alemanha garantiu o 3º posto batendo o Uruguai no jogo de 3º e 4º classificados.
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